CG | Chico Gaspar

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Este artigo foi escrito em
28 nov 2014, e posto na categoria: Literatura & Filosofia, Textos Chico Gaspar.

Olhar-te

Brincando de olhar-te
Me perdi no que é você
No seu olhar, seu sorriso,
sua caligrafia desenhada,
seu jeito belo de escrever.

O seu rubor, quando está brava,
Torna-te rosa quando calma –
A candura, que transborda
das curvas que te adornam,
Cativam o meu ser.

Seu espírito – alegre, livre, selvagem mustang,
correndo em campos de lírios e narcisos,
rouba as cenas dos meus sonhos;
Pisa o peito que lhe ofereço
Morrem as flores que lhe planto.

Quem me dera virar pássaro
Favor, rogado à Tupã
Seria Uirapuru de canto belo
Viveria então em sua janela,
à serenar seu coração.

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